“Sabia que a posição onde poderia encaixar seria ou a 8 ou num dos dois lugares mais adiantados, mas obviamente depois, com o decorrer dos jogos, tive quase sempre o Bernardo à minha frente e essa foi também uma das dinâmicas que o mister gostou de ver e quis manter. Aquela troca de posições entre mim e o Bernardo, já que ambos conseguimos e sabemos o que temos de fazer em cada uma delas… Aquela rotação que por vezes acaba por acontecer naturalmente não é pensada, trabalhada ou treinada, o treinador simplesmente sabe que a podemos fazer. Entendemo-nos os dois muito bem a jogar juntos e é uma dinâmica que funciona muito bem.”
(Bruno Fernandes, 2024)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/04/bernardo-silva-e-bruno-fernandes-na-seleccao-portuguesa.jpeg8401200Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-05-01 00:21:132024-05-01 00:21:13“Quando o treinador está a ver hábitos no relvado é um momento muito importante”
“O que denominamos dimensões de liderança, é muitas vezes referido na bibliografia como estilos, traços ou perfis de liderança. A razão para a nossa proposta terminológica é similar à que define as dimensões do rendimento do jogador. No fundo cada dimensão, seja no rendimento do jogador seja na liderança do treinador, nunca se constitui como “parte” no sentido que estará isolada das demais. Haverá sempre interação, um pouco ou muito de cada uma dos então denominados “estilos de liderança” de actuação em todos os treinadores. É impossível um treinador, por exemplo, ser sempre autocrático ou democrático. Todos terão momentos em que liderarão pelo exemplo, pela competência, terão momentos em que servirão e providenciarão a transformação nos outros. E com mais ou menos, a larga maioria dos líderes que atingem posições elevadas de liderança com mérito, seja qual for o contexto, têm momentos carismáticos.”
“o que é que interessa a personalidade que eu tenho se em determinadas circunstâncias está a obter um efeito desastroso nos jogadores? O que importa é o efeito que tens nos jogadores não é a tua personalidade. Não estás ali para exibir a tua personalidade, estás ali para ter efeito nos jogadores. E tens que ter esta percepção!”
(Jorge Araújo, 2020)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/04/dimensoes-de-lideranca-top-bill-shankly-jock-stein-matt-busby.jpg4001000Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-04-29 03:06:272024-04-29 03:18:50Dimensões de Liderança
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/04/carlo-ancelotti-e-cristiano-ronaldo.jpg438590Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-04-22 00:22:472024-04-22 00:22:47“É por isso que me levanto para trabalhar todos os dias com um sorriso no rosto”
“Como treinador, necessito encontrar e saber pressionar a “tecla” exata para que essa ordem tática sem a bola se transforme numa “desordem organizada” com a bola e o jogador tenha liberdade, capacidade de tomar decisões e improvisação, assuma riscos, invente e seja criativo para desenvolver assim todo o seu potencial. Se o sistema tático te tira criatividade, não serve.”
Ricardo Zielinski citado por (Gérman Castaños, 2018)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/04/nick-saban.jpg8251100Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-04-15 01:01:442024-04-15 01:04:04“A melhor coisa que aprendi contigo foi não pedir a jogadores coisas que não conseguem mas adaptar-me para tirar o melhor rendimento deles.”
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/04/luis-figo-euro-2004.jpeg612817Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-04-08 01:41:582024-04-08 01:41:58“Se queres cantar não vais para bailarino só porque desafinaste na outra noite”
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/03/jorge-araujo-1.jpg404628Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-04-01 00:02:452024-04-01 00:02:45Liderar é ser exemplo e servir
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/03/ideias-importantes-bruno-fernandes.jpg275640Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-03-23 16:07:292024-03-23 16:10:16Ideias sublinhadas: Bruno Fernandes
“As premissas são fundamentais para uma equipa ganhadora: primeiro está a equipa, depois a equipa e só depois… a equipa; nenhum jogador está acima do colectivo; o aproveitamento do talento individual faz todo o sentido, desde que este beneficie o colectivo; os jogadores são todos diferentes, contribuem para o colectivo de forma diferenciada mas esse contributo visa sempre os interesses colectivos; a organização colectiva é o pilar fundamental no sucesso.”
(Carlos Carvalhal, 2010)
Na polémica recente entrevista de Orkun Kökçü, a qual para já lhe valeu por decisão de Roger Schmidt a ausência da convocatória no último jogo, o jogador turco procurava manifestar alguns sentimentos e opiniões sobre as funções que tem desempenhado na actual equipa do Benfica. Muito haveria a reflectir sobre tudo isto, desde a liderança, a coesão e o entrosamento da equipa e a sua involução perante o desempenho que mostrou em grande parte da época passada, a intenção prévia – a Ideia e o que de facto se passa – o Modelo, as reais funções de alguns jogadores, as diferenças culturais entre o campeonato holandês e o português, entre outra infinidade de temas que nos são visíveis. No entanto, haverão muitos mais que ficam para lá do que nos é possível observar, e sendo uma equipa um sistema complexo, qualquer deles pode ter sido decisivo para que o actual contexto e desfecho tenha sido este. Deste modo, uma opinião sólida sobre o problema Kökçü parece-nos muito arriscada e com grande potencial de falibilidade.
Porém, num plano geral, incontornáveis tornam-se o conteúdo e a forma como a entrevista foi dada, uma vez que não nos parece que o problema tenha sido a tradução. E não o timing como várias vezes já foi referido. Até porque damos o exemplo de outra entrevista de timing idêntico, em que toca no contexto de uma equipa que apresenta ainda menor rendimento e simultaneamente maior investimento. No entanto, nesse caso as ideias são passadas de forma clara e respeitosa perante a liderança do seu treinador e clube. Mas a maior coincidência serão mesmo os actuais papéis e características idênticas dos dois jogadores nas respectivas equipas. Pese a relatividade da comparação. Referimo-nos à entrevista de Bruno Fernandes, publicada nestes dias no jornal A Bola.
À pergunta de Luís Mateus sobre o actual papel de Bruno Fernandes como Avançado, por vezes sozinho até, o jogador portugês refere:
“não é a falso 9. Não faço esses movimentos. Os que faço não são de um falso 9 porque não estou muito habituado. Tento ao máximo fazer aqueles movimentos que o treinador quer. Ele também me pede para baixar, porque as minhas qualidades não são de estar ali na última linha e lutar com os centrais, embora possa e tente fazê-lo ao máximo quando é preciso e a equipa necessita. Já joguei, no entanto, sobretudo na época passada com o mister Ten Hag, mais baixo. Inclusive, contra o Everton, joguei a 6 e ainda acho que foi dos jogos mais completos que fiz, a todos os níveis. A nível do passe, da organização de jogo, defensivo, táctico… Tenho um pouco na minha cabeça que vou acabar a carreira mais para trás, porque toda a gente que aí começou e passou para 10 acabou por recuar no campo no final. É uma posição de que gosto, jogar mais baixo, mais de frente para o jogo. Com bola, facilita muito o meu jogo porque tenho uma visão mais ampla do jogo e ideal para aquilo que falámos do último passe… que pode, por vezes, sair de mais baixo no terreno. O jogo com o Everton foi aquele em que mais ocasiões de golo criei mesmo jogando mais baixo e não jogando como 10.”
(Bruno Fernandes, 2024)
Sublinhamos o elogio a Bruno Fernandes. Já no passado, em várias entrevistas, mostrou na esfera do consciente a riqueza do seu conhecimento do jogo. O tal saber sobre o saber jogar, o apetite pelo conhecimento e a importância que dá a tudo isso para se tornar melhor jogador e contribuir para uma melhor equipa. No final da entrevista acaba por referir isso mesmo. E independentemente de abordar o actual jogo do Manchester United, o seu papel e as suas características, fê-lo sem desrespeitar a liderança do seu treinador.
Com a evolução que o jogo e os jogadores manifestaram, actualmente não é admissível esperar e exigir dos jogadores total silêncio sobre a visão dos seus papéis, respectivas equipas, expectativas, ideias e até evolução do jogo. Se no passado eram alvo de crítica pela ausência, precisamente, de pensamento crítico, hoje, a condenação do mesmo não será coerente, nem será esse o caminho para a evolução das equipas e do jogo. Aliás, era precisamente esse o elogio que o selecionador português realizava num excerto de uma entrevista que publicámos há alguns dias atrás relativamente ao que encontrou no jogador português. E tal como Bruno Fernandes o demonstra.
Desta forma, neste momento o desafio é colocado à liderança de treinadores e clubes. Contudo, não no sentido da autocracia e autoritarismo. Mas sim pela construção de uma liderança pela competência, pelo exemplo, integrada, servidora, transformacional, mas claro, justa e assertiva. Até porque, também de acordo com diversos treinadores e autores, cremos que será nesse tipo de relação e contexto que será não só possível retirar o máximo potencial dos jogadores, mas também proporcionar o ambiente ideal para que emerja a criatividade. E que eduque e balize, o conhecimento e a comunicação dos jogadores com o exterior, até porque daí também se podem recolher dividendos. Hoje um jogador também é mais valorizado quando demonstra o conhecimento que por exemplo Bruno Fernandes demonstra. Uma vez mais, estamos perante um sistema complexo, onde em qualquer dimensão podemos acrescentar ou subtrair, tendo em conta a meta que almejamos: o rendimento.
“A geração que está, e quando digo geração estou a pensar nos que têm 17 e 39 anos, é formada por jogadores com cultura táctica tão grande que quando falam é uau! É incrível. Têm uma linguagem, conhecimento e uma mentalidade completamente diferente.”
(Vítor Matos, 2024)
Agora, algo que dificilmente retrocederá será a evolução que, o contexto geral e os jogadores em particular registaram. Não são por acaso as palavras de Roberto Martínez e não será também por acaso o actual sucesso do jogador português no panorama do Futebol Mundial e consequentemente a riqueza de qualidade individual que a nossa selecção neste momento dispõe. E sublinhamos: perante um país pequeno do ponto de vista populacional, dos seus recursos e com vários problemas e desafios sociais pela frente.
“A nossa matéria-prima é aquilo que temos entre as orelhas.”
(Agostinho da Silva)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/03/orkun-kokcu-bruno-fernandes.jpg472827Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-03-20 05:29:362024-03-20 05:29:36A entrevista de Kökçü, mas em… bom. Bruno Fernandes exemplifica.
“O técnico aponta para o desporto escolar como caminho para criar a cultura desportiva que falta e que poderia gerar interesse e aumentar a presença em estádios e pavilhões para jogos ao vivo, algo ainda em falta num país que já consegue formar atletas incríveis.”
(Vítor Matos, 2024)
O pensamento de Vítor Matos sobre o Desporto Escolar é sem dúvida interessante e importante, sendo fundamental a reflexão sobre o papel do mesmo no desenvolvimento do Desporto associativo.
Se do ponto de vista desportivo, um maior investimento neste contexto propiciaria mais um espaço que procurasse colmatar o desaparecimento das práticas e jogos que se realizavam na “rua”. Simultaneamente permitiria oportunidade de prática e evolução aos jovens que, ou ainda não manifestam o desejo de progredir no seu percurso desportivo, ou que não são seleccionados para o desporto formal (clubes). É sabido que os timings de maturação e desenvolvimento são diferentes para cada um e que muitos, também por essas razões acabam por não encaixar imediatamente nos clubes. Esseé outro problema, outra discussão.
“Está a acontecer uma espécie de fabricação de campeões em laboratório, o que é uma ilusão. Tem de haver um trabalho correto ao nível do clube, da escola, do desporto escolar, da educação física… Porque o trabalho no clube e no desporto escolar é para os que têm mais jeito, mas a educação física é para todos. Mas em todos estes casos há que respeitar as tais etapas de desenvolvimento das crianças e dar-lhes autonomia e liberdade de participação.”
(Carlos Neto, 2017)
Porém, o Desporto Escolar nunca será o verdadeiro substituto da “rua” e o principal meio introdutório da criança ao jogo e ao desporto. Deste modo tudo deverá ser feito para preservar a “rua” e todas as suas qualidades. Desde logo por ser genuinamente prática deliberada, território sagrado da autonomia, da auto-aprendizagem, da criatividade e derradeiramente, da… liberdade. Porque o Desporto Escolar será sempre dirigido por adultos, com tudo o que de bom e mau estes potencialmente podem trazer. Paralelamente, se no mesmo também há assistência, nomeadamente dos pais, isso torna o contexto abissalmente diferente.
E sobre estas duas últimas características, torna-se importante dar dois exemplos negativos, até para percebermos o que urge mudar. No actual Desporto Escolar existem treinadores que o conduzem como se tratasse do desporto de rendimento dos adultos. Existem exemplos de treinadores que, em competição, deixam, sistematicamente, jovens jogadores e jogadoras com pouca ou sem qualquer minuto de utilização. Tudo pelo resultado. Se já seria altamente questionável em treinadores de formação, quando são professores de Educação Física a fazê-lo, se a situação já era grave, torna-se ainda mais perversa. Ou, noutro exemplo, quando o feedback e o estilo de liderança na relação como os jogadores / jogadoras é tão agressivo e autocrático que até com adultos os mesmos seriam questionáveis.
Por outro lado, os maus exemplos também vêm da assistência, propriamente dos pais. Exemplos de palavras agressivas, injuriosa e repletas de ódio, contra árbitros, adversários e os próprios filhos chegam-nos com uma frequência assustadora. Inclusive relatos de agressões entre pais. Futsal, basquetebol, voleibol. Não é o desporto em si e até os maus exemplos que possam vir do desporto de rendimento que são decisivos. O que é decisivo, são a falta de regras, de educação, de valores. Dos adultos. Sendo que a crescente desvalorização dos contextos informais, semi-formais, formais e da própria educação física contribuem decisivamente para sintomas preocupantes que vamos assistindo na nossa sociedade. Porque, quer acreditem, quer não, o desporto e o jogo, são um dos principais veículos de transmissão de… bons… valores.
Assim, concordando com as palavras de Vítor Matos, mas mais do que cresçam em número, preocupa-nos que os espectadores cresçam em qualidade. Será um enorme desafio para o Desporto Escolar, mas também para o federado, a educação desses espectadores. Até porque o cenário alternativo, a proibição de espectadores no Desporto Escolar e mesmo no federado de Formação, colocando a possibilidade de resolver o problema a curto prazo, criará um ambiente hermético que não preparará os jovens desportistas para a pressão que mais tarde irão ser sujeitos na eventualidade de progredirem para o desporto de rendimento. Mas até podemos até acrescentar… em muitas outras vias profissionais. Por outro lado, proibindo espectadores nesses contextos, perder-se-á essa oportunidade preciosa de fazer reflectir e passar valores em quem frequenta a bancada. Porque nunca é tarde para crescer.
“Devemos olhar para os espaços de treino com mais cuidado; devemos olhar para a formação de treinadores com mais cuidado; devemos olhar para o desporto escolar com muitíssimo cuidado e atenção, pois é o desporto escolar que é o início de tudo. Se Espanha, Alemanha e Inglaterra avançaram, esteve tudo muito na base do desporto escolar, na forma como os professores e a dinâmica do ensino despertou os alunos para aquilo que são as necessidades da prática desportiva e despertou os pais para esse fenómeno.”
(Luís Castro, 2018)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/03/o-desporto-escolar-enquanto-oportunidade-para-passar-valores-a-jogadores-treinadores-e-pais.jpg720960Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-03-12 04:46:322024-03-12 04:46:32O Desporto Escolar enquanto oportunidade para passar valores. A jogadores, treinadores e pais.
Kiki Afonso toca num ponto fundamental da relação treinador / jogador. É recorrente um jogador insatisfeito culpar o treinador por não ser opção. De certa parte é humano um sentimento de auto-defesa e de orgulho na sua qualidade. O que se torna excessivo, e muitas vezes impulsionado por pessoas próximas de si como familiares, amigos e empresário, será um sentimento egocêntrico em que os companheiros / concorrência têm sempre menos valor, ou pior ainda, que não é apreciado pelo treinador. A manifestação directa ou indirecta de tais sentimentos, certamente não ajudará na relação, mas o importante aqui é perceber a profundidade de tal ideia / sentimento / atitude.
Deste modo, tal demonstra do ponto de vista individual, ao nível do auto-conhecimento, compromisso, entrega e superação, sérias lacunas. E principalmente… respeito. Referimo-nos, neste caso, ao respeito do jogador por si próprio, pelo talento e qualidade que construiu, fruto de tantos anos de paixão pelo jogo, dedicação e escolhas por vezes difíceis.
Tal como o erro se torna uma oportunidade de aprendizagem, não ser opção torna-se uma oportunidade de alguém creditado para tal, e que com certeza desejará o rendimento máximo do jogador, apontar lacunas, pontos de melhoria e oportunidades de crescimento. No fundo, o caminho para a superação. E tal só será obtido com compromisso. Como o reconhecido treinador de Atletismo, Moniz Pereira dizia, “há treino todos os dias”. Tal atitude ambiciosa só poderá ser valorizada por quem decide a selecção da equipa, como torna a mentalidade do jogador mais forte e saudável, portanto, mais próxima do melhor rendimento.
“Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes.”
Ricardo Reis
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2024/03/a-culpa-nao-e-sempre-dos-outros.jpeg16402136Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-03-11 03:00:412024-03-11 03:00:41A culpa não é sempre dos outros
“perhaps the most delightful example in the pre-internet era of a manager communicating in this way came from Brian Clough at Nottingham Forest. He had noticed more bad language than ever coming from the home supporters. One day, arriving for a home game, the supporters were greeted by a hand-written sign: ‘Gentlemen. No swearing, please. Brian.’ The swearing is reputed to have stopped almost the same day. In the intense relationship between manager and fans, simple messages can have a massive impact.”
(Mike Carson, 2013)
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2016/09/factores-situacionais-top-billy-bremner-e-brian-clough.jpg4001000Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-03-04 03:32:512024-03-04 03:32:51“perhaps the most delightful example in the pre-internet era of a manager communicating in this way came from Brian Clough”
http://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2019/03/22a-saude-nacc83o-depende-so-do-exercicio-fisico-depende-de-um-exercicio-fisico-onde-ha-valores-22-manuel-sergio-na-radio-renascenccca7a.png14222308Saber Sobre o Saber Treinarhttp://www.sabersobreosabertreinar.pt/wp-content/uploads/2026/05/logo-2026-reduced-size.pngSaber Sobre o Saber Treinar2024-02-26 01:23:002024-02-26 01:23:00“O treinador é especialista em humanidade.”