{"id":3467,"date":"2016-10-11T00:25:45","date_gmt":"2016-10-10T23:25:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/?p=3467"},"modified":"2020-03-25T15:07:27","modified_gmt":"2020-03-25T14:07:27","slug":"ainda-o-bacalhau-a-bras-os-principios-de-jogo-numa-perspectiva-historia-a-recusa-da-defesa-individual-e-nova-passagem-pela-intensidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/2016\/10\/11\/ainda-o-bacalhau-a-bras-os-principios-de-jogo-numa-perspectiva-historia-a-recusa-da-defesa-individual-e-nova-passagem-pela-intensidade\/","title":{"rendered":"Ainda o &#8220;Bacalhau \u00e0 Br\u00e1s&#8221;, os princ\u00edpios de jogo numa perspectiva hist\u00f3rica, a recusa da defesa individual e nova passagem pela&#8230; intensidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Se em artigos anteriores fal\u00e1vamos do pensamento disruptivo que alguns autores est\u00e3o a trazer\u00a0ao Futebol, o artigo <em>&#8220;<a href=\"http:\/\/www.soulmagazine.info\/opiniao---o-futebol-e-o-bacalhau-a-bras-a-falacia-dos-principios-de-jogo.html\">O Futebol e o Bacalhau \u00e0 Br\u00e1s: A fal\u00e1cia dos princ\u00edpios de jogo<\/a>&#8220;<\/em> de Nuno Amado, o autor do blogue <a href=\"http:\/\/entredez.blogspot.pt\">Entre Dez<\/a>\u00a0\u00e9 mais um excelente exemplo e\u00a0veio no m\u00ednimo lan\u00e7ar\u00a0a discuss\u00e3o sobre um tema\u00a0considerado sagrado no ensino e treino do Futebol. Como tantas vezes a hist\u00f3ria nos demonstrou, os paradigmas ser\u00e3o sempre muros a transpor\u00a0no trilhar\u00a0da evolu\u00e7\u00e3o. Portanto, mesmo conceitos aceites pela generalidade das pessoas, nas quais logicamente nos inclu\u00edmos, tender\u00e3o a ser substitu\u00eddos por teoriza\u00e7\u00f5es mais complexas, e dessa forma mais pr\u00f3ximas\u00a0da realidade, sem contudo nunca a conseguir reproduzir na sua totalidade. Arriscamos que\u00a0a compreens\u00e3o que\u00a0toda a complexidade que\u00a0o Universo nos proporciona ser\u00e1 o derradeiro desafio com que a humanidade se confrontar\u00e1, o qual eventualmente perder\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim sendo, os <em>princ\u00edpios do jogo\u00a0<\/em>defendidos\u00a0no trabalho que Carlos Queiroz realizou em 1983, desenvolvidos a partir das obras de Friedrich Mahlo e Leon Teodorescu em 1977, procuraram teorizar uma realidade complexa &#8211; o jogo de futebol &#8211; que como qualquer outra teoria e paradigma, encontraria mais tarde ou mais cedo limita\u00e7\u00f5es. Na sua g\u00e9nese, Teodorescu definiu que os princ\u00edpios <em>&#8220;constitu\u00edam\u00a0regras de base segundo as quais os jogadores dirigem e coordenam a sua actividade &#8211; consideradas individualmente e em colectivo &#8211; durante as fases&#8221;.<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_3481\" style=\"width: 156px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3481\" class=\"wp-image-3481\" src=\"http:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524.jpg\" alt=\"Ainda o &quot;Bacalhau \u00e0 Br\u00e1s&quot;, os princ\u00edpios de jogo numa perspectiva hist\u00f3ria, a recusa da defesa individual e nova passagem pela... intensidade - Ana\u0301lise siste\u0301mica do jogo: Fases e Princi\u0301pios de jogo, original de (Queiroz, 1983).\" width=\"146\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524.jpg 2246w, https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524-364x500.jpg 364w, https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524-728x1000.jpg 728w, https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524-1091x1500.jpg 1091w, https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524-513x705.jpg 513w, https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/img_1524-450x618.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 146px) 100vw, 146px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3481\" class=\"wp-caption-text\">Ana\u0301lise siste\u0301mica do jogo: Fases e Princi\u0301pios de jogo, original de (Queiroz, 1983).<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Olhando\u00a0para a evolu\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio jogo, a mesma condiciona o <em>transfer<\/em> entre os\u00a0princ\u00edpios e\u00a0a\u00a0realidade do jogo. Houve com certeza um momento primitivo no jogo onde jogadores e treinadores n\u00e3o apresentavam consci\u00eancia para os pr\u00f3prios <em><strong>Princ\u00edpios Fundamentais<\/strong><\/em> do jogo: recusar inferioridade num\u00e9rica, evitar igualdade num\u00e9rica e criar superioridade num\u00e9rica. Jogava-se com total aus\u00eancia de consci\u00eancia t\u00e1ctica. Pensamos, no\u00a0<em>dribbling game<\/em> ou no <em>kick and rush<\/em>, nos quais, por exemplo, os princ\u00edpios espec\u00edficos do ataque, \u00e0 excep\u00e7\u00e3o da progress\u00e3o, seriam\u00a0inexistentes. Naturalmente, o conhecimento do jogo evoluiu e do ponto de vista te\u00f3rico os princ\u00edpios fundamentais tornaram-se muito curtos para sustentar o jogo das equipas. Os <em><strong>Princ\u00edpios Espec\u00edficos<\/strong><\/em> ganharam import\u00e2ncia e o trabalho te\u00f3rico de Queiroz foi aplicado\u00a0com sucesso pelo pr\u00f3prio nas\u00a0selec\u00e7\u00f5es jovens portuguesas. Potenciou um n\u00famero invulgar de talentos at\u00e9 esse momento e consequentemente, os desempenhos das equipas levaram mesmo a t\u00edtulos in\u00e9ditos futebol de forma\u00e7\u00e3o portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, com a enorme evolu\u00e7\u00e3o da\u00a0organiza\u00e7\u00e3o defensiva das equipas, surgem novos desafios ao momento ofensivo, por forma a desorganizar quem defende. E neste novo quadro, como Nuno Amado evidenciou, os quatro princ\u00edpios espec\u00edficos s\u00e3o insuficientes para resolver muitos problemas, nomeadamente no sub-momento ofensivo de constru\u00e7\u00e3o. Isto se os interpretarmos no seu sentido literal, o que at\u00e9 parece acontecer com muitas personagens e equipas que fazem da progress\u00e3o e do jogo vertical lei, as mesmas que com essa\u00a0filosofia confundem o &#8220;fazer r\u00e1pido&#8221;, o &#8220;fazer muito&#8221;\u00a0e a agressividade com a verdadeira intensidade do jogo de futebol, que como j\u00e1 defendemos, \u00e9 uma intensidade t\u00e1ctica. Contudo, na sua obra\u00a0o pr\u00f3prio\u00a0Leon Teodorescu ressalvou a import\u00e2ncia da<em>\u00a0&#8220;<strong>manuten\u00e7\u00e3o da posse de bola<\/strong>. Respeitar este princ\u00edpio significa evitar o risco irracional, presente nalguns jogadores, atrav\u00e9s do qual se perde o esfor\u00e7o colectivo dos companheiros. Se as ac\u00e7\u00f5es individuais ou as combina\u00e7\u00f5es t\u00e1cticas\u00a0utilizadas\u00a0na prepara\u00e7\u00e3o do ataque n\u00e3o resultam, recomenda-se que as mesmas se retomem calmamente e n\u00e3o numa aventura&#8221;.\u00a0<\/em>Portanto Teodorescu leva-nos a uma interpreta\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios de jogo.\u00a0J\u00e1\u00a0Francisco Silveira Ramos, em 1996, considerava que os princ\u00edpios\u00a0<em>&#8220;constituem uma forma ordenada e extremamente rica de orientar a ac\u00e7\u00e3o dos jogadores, generalizando de forma abstracta, um conjunto de regras de natureza t\u00e1ctica, que permitem uma adequada interven\u00e7\u00e3o nos diversos casos concretos que o jogo coloca&#8221;<\/em>. Silveira Ramos, com ideias tamb\u00e9m \u00e0 frente do seu tempo, sublinha o seu car\u00e1cter abstracto perante a realidade e posiciona-os, n\u00e3o como condicionadores, mas como orientadores\u00a0dos jogadores. Assim, esclarece\u00a0desde logo que quem comanda\u00a0\u00e9 sempre o jogador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Talvez pelas limita\u00e7\u00f5es conceptuais que aqui constatamos, deparou-se\u00a0a\u00a0necessidade de evolu\u00e7\u00e3o da\u00a0teoriza\u00e7\u00e3o e modelagem do jogo. Surgiram princ\u00edpios operacionais, comuns a diversos Desportos Colectivos, que procuravam objectivos comuns nos diferentes jogos. Por\u00e9m na busca de uma ainda maior complexidade e especificidade, adaptado de Guilherme Oliveira, citado por\u00a0(Esteves, 2010), emergem\u00a0os\u00a0<em><strong>Princ\u00edpios<\/strong> <strong>Culturais<\/strong><\/em>.\u00a0Estes\u00a0s\u00e3o caracteriz\u00e1veis\u00a0numa equipa, regi\u00e3o, pa\u00eds, etc., observ\u00e1veis\u00a0na forma como uma determinada equipa joga. Portanto, estes princ\u00edpios s\u00e3o vari\u00e1veis em fun\u00e7\u00e3o\u00a0de cada modelo de jogo, emergindo como\u00a0regularidades\u00a0nos quatro momentos do jogo. O autor (Maciel, 2011) refor\u00e7a que estes princ\u00edpios\u00a0<em>&#8220;s\u00e3o\u00a0<\/em><i>padr\u00f5es de intencionalidade relativos ao jogar que sustentam os crit\u00e9rios expressos pelas v\u00e1rias escalas da equipa (individual, sectorial, intersectorial, colectivo), e que ao se manifestarem com regularidade lhe conferem identidade e funcionalidade nos v\u00e1rios Momentos de Jogo. S\u00e3o portanto ideais de interac\u00e7\u00e3o (cooperante e conflituante) que acontecem em termos probabil\u00edsticos&#8221;.\u00a0<\/i>Dependem assim, como o pr\u00f3prio nome\u00a0indica,\u00a0das bases culturais e consequentemente das ideias do treinador, do contexto da equipa, do clube e da pr\u00f3pria regi\u00e3o onde o jogo\u00a0\u00e9 praticado. Tem sido a partir os princ\u00edpios culturais que o futebol tem evolu\u00eddo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas\u00a0mesmo afastando\u00a0uma interpreta\u00e7\u00e3o\u00a0no seu sentido literal, a problem\u00e1tica dos princ\u00edpios espec\u00edficos do jogo permanece para n\u00f3s relevante. Apesar da sua limita\u00e7\u00e3o em cobrir todo o <em>jogar<\/em> das equipas, s\u00e3o eficazes a resolver muitos dos seus problemas. Talvez por isso e pelo seu car\u00e1cter inovador quando Carlos Queiroz os apresentou, que o seu ensino tornou-se obrigat\u00f3rio nos cursos de treinadores e licenciaturas em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Desporto. Segundo (Queiroz, 1983) as formas reduzidas do jogo com que as crian\u00e7as jogam em contextos informais levam \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios, tornando-se essas <strong>formas<\/strong> um meio <strong>fundamental<\/strong> de ensino do jogo. Deste modo, no contexto puro do Futebol de Rua, o mesmo ao ser vivenciado em volume, ensinar\u00e1\u00a0ent\u00e3o o jovem praticante, por exemplo, no momento defensivo, a colocar-se entre o advers\u00e1rio e a sua baliza (conten\u00e7\u00e3o), ensinar\u00e1 um companheiro a garantir uma ajuda para o caso da conten\u00e7\u00e3o ser ultrapassada (cobertura defensiva), trar\u00e1 um terceiro companheiro para centro de jogo caso o advers\u00e1rio tamb\u00e9m fa\u00e7a o mesmo (equil\u00edbrio) e propiciar\u00e1, caso a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o esteja controlada a que os restantes companheiros se juntem a defender (concentra\u00e7\u00e3o). No fundo, o jogo ensina valores colectivos, reflectindo a sua pr\u00f3pria natureza colectiva. No entanto, o jogo n\u00e3o ensina os jogadores a defenderem individualmente os seus advers\u00e1rios. N\u00e3o ensina de forma anal\u00edtica o\u00a0<em>&#8220;cada um com um&#8221; <\/em>ou o\u00a0<em>&#8220;jogo de pares&#8221;, <\/em>na l\u00f3gica da responsabiliza\u00e7\u00e3o individual. Se na rua algu\u00e9m surgia com a pretens\u00e3o de marcar o melhor jogador da outra equipa, era porque tinha assistido\u00a0ou ouvido tal comportamento de um adulto. Contudo, aos 5 minutos de jogo a sua aten\u00e7\u00e3o j\u00e1 estaria em coisas mais importantes&#8230; como a bola e o espa\u00e7o, em fun\u00e7\u00e3o da bola, da sua baliza e dos seus companheiros. Assim, \u00e9 nossa convic\u00e7\u00e3o que \u00e0 imagem da Periodiza\u00e7\u00e3o F\u00edsica, a marca\u00e7\u00e3o individual como m\u00e9todo de jogo defensivo foi tamb\u00e9m um erro que o homem, influenciado pelo pensamento cartesiano e anal\u00edtico, introduziu no jogo e no seu treino como forma de o melhor compreender, avaliar e controlar, realizando o\u00a0exerc\u00edcio imposs\u00edvel de\u00a0tornar simples o complexo. Consequ\u00eancia destas\u00a0ideias, as equipas tornavam-se, como Valdano apontou, ref\u00e9ns do advers\u00e1rio, como Amieiro descreveu, desorganizadas quando recuperavam a bola e n\u00f3s acrescentamentos\u00a0individualistas e pouco solid\u00e1rias num\u00a0jogo, que recorde-se, \u00e9 de natureza colectiva. Perante o exposto, estas ideias n\u00e3o cumprem ent\u00e3o\u00a0os princ\u00edpios espec\u00edficos defensivos do jogo, e consequentemente, os fundamentais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabe-nos portanto a miss\u00e3o de interpretar os princ\u00edpios espec\u00edficos e criar princ\u00edpios culturais para que estes, mesmo que de forma abstracta, possam acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o natural que o jogo vai vivenciando.\u00a0Aplaudimos ainda reflex\u00f5es como a de Nuno Amado, que p\u00f5em em causa o <em>status quo<\/em> do actual conhecimento, obrigam a pensar, levantam a discuss\u00e3o, potenciando assim a\u00a0evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: center;\"><b><i>\u201cAdoro a regra<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: center;\"><b><i>que calibra a emo\u00e7\u00e3o,<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: center;\"><b><i>apaixona-me a emo\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se nega<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: center;\"><b><i>a levar a regra \u00e0 correc\u00e7\u00e3o.\u201d<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: center;\">(Frade, 2014)<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se em artigos anteriores fal\u00e1vamos do pensamento disruptivo que alguns autores est\u00e3o a trazer\u00a0ao Futebol, o artigo &#8220;O Futebol e o Bacalhau \u00e0 Br\u00e1s: A fal\u00e1cia dos princ\u00edpios de jogo&#8220; de Nuno Amado, o autor do blogue Entre Dez\u00a0\u00e9 mais um excelente exemplo e\u00a0veio no m\u00ednimo lan\u00e7ar\u00a0a discuss\u00e3o sobre um tema\u00a0considerado sagrado no ensino e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3493,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[407],"tags":[533,63,20,535,408,532,536,534],"class_list":["post-3467","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conhecimento-do-jogo","tag-carlos-queiroz","tag-defesa-individual","tag-intensidade","tag-principios-culturais-de-jogo","tag-principios-de-jogo","tag-principios-especificos-de-jogo","tag-principios-operacionais","tag-silveira-ramos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3467"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3467\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3493"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sabersobreosabertreinar.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}